terça-feira, 27 de março de 2012

Lixo

Principais Causas de Poluição:


Nos grandes
centros urbanos e industriais tornam-se freqüentes os dias em que a poluição atinge níveis críticos. Os escapamentos dos veículos automotores emitem gases como o monóxido (CO) e o dióxido de carbono (CO2 ), o óxido de nitrogênio (NO), o dióxido de enxofre (SO2 ) e os hidrocarbonetos. As fábricas de papel e cimento, indústrias químicas, refinarias e as siderúrgicas emitem óxidos sulfúricos, óxidos de nitrogênio, enxofre, partículas metálicas (chumbo, níquel e zinco) e substâncias usadas na fabricação de inseticidas. Produtos como os aerossóis, espumas plásticas, alguns tipos de extintores de incêndio, materiais de isolamento de construção, buzinas de barcos, espumas para embalagem de alimentos, entre vários outros liberam clorofluorcarbonos (CFCs). Todos esses poluentes são resultantes das atividades humanas e são lançados na atmosfera.

outras fontes poluidoras:


a queima de resíd
uos urbanos, industriais, agrícolas e florestais, feita muitas vezes, em situações incontroladas. A queima de resíduos de explosivos, resinas, tintas, plásticos, pneus é responsável pela emissão de compostos perigosos (ver Fichas, e );

os fogos florestais são, nos últimos anos, responsáveis por emissões significativas de CO2;

o uso de fertilizantes e o excesso de concentração agropecuária, são os principais contribuintes para as emissões de metano, amoníaco e N2O;

as indústrias de minerais não metálicos, a siderurgia, as pedreiras e áreas em construção, são fontes importantes de emissões de partículas.


Lixo doméstico -------------------------------------------------------
também chamado de lixo
domiciliar ou residencial, é produzido pelas pessoas em suas residências. Constituído principalmente de restos de alimentos, embalagens plásticas, papéis em geral, plásticos, entre outros.
---------------------------------------------------------------- Lixo comercial
gerado pelo setor terceiro (comércio em geral). É composto especialmente por papéis, papelões e plásticos.

Lixo industrial ----------------------------------------------------------
original das atividades do setor secundário (indústrias), pode conter restos de alimentos, madeiras, tecidos, couros, metais, produtos químicos e outros.

---------------------------------------------- Lixo das áreas de saúde
também chamado de lixo hospitalar. Proveniente de hospitais, farmácias, postos de saúde e casas veterinárias. Composto por seringas, vidros de remédios, algodão, gaze, órgãos humanos, etc. Este tipo de lixo é muito perigoso e deve ter um tratamento diferenciado, desde a coleta até a sua deposição final.

Limpeza pública ------------------------------------------------------
Composto por folhas em geral, galhos de árvores, papéis, plásticos, entulhos de construção, terras, animais mortos, madeiras e móveis danificados

--------------------------------------------------------------------- Lixo nuclear
decorrentes de atividades que envolvem produtos radioativos, entre outros.


Introdução

consequencias do lixoAo longo dos anos, o lixo passou a ser uma questão de interesse global. E os problemas são os mesmos de um lado a outro do globo: o destino do lixo e seu acondicionamento inadequado têm trazido graves problemas a todas as nações. Produzidos em todos os estágios das atividades humanas, os resíduos, em termos tanto de composição como de volume, variam em função das práticas de consumo e dos métodos de produção utilizados. As principais preocupações estão voltadas para as repercussões que podem ter sobre a saúde humana e sobre o meio ambiente (solo, água, ar e paisagens).
Neste sentido, este trabalho busca mostrar as conseqüências causadas pelo destino incorreto do lixo, bem como propor formas de minimizar e de recuperar os resíduos gerados, garantindo a saúde e segurança da população.

GERAÇÃO DE LIXO x DESENVOLVIMENTO

O “lixo” é uma grande diversidade de resíduos sólidos de diferentes procedências, dentre eles, o resíduo sólido urbano gerado em nossas residências. O lixo faz parte da história do homem, já que sua produção é inevitável (Fadini et al., 2001).
Na Idade Média acumulava-se pelas ruas e imediações das cidades, provocando sérias epidemias e causando a morte de milhões de pessoas. A partir da Revolução Industrial iniciou-se o processo de urbanização, provocando um êxodo do homem do campo para as cidades. Observou-se assim um vertiginoso crescimento populacional, favorecido também pelo avanço da medicina e conseqüente aumento da expectativa de vida. A partir de então, os impactos ambientais passaram a ter um grau de magnitude alto, devido aos mais diversos tipos de poluição, dentre eles a poluição gerada pelo lixo. O fato é que o lixo passou a ser encarado como um problema, o qual deveria ser combatido e escondido da população. A solução para o lixo naquele momento não foi encarada como algo complexo, pois bastava simplesmente afastá-lo, descartando-o em áreas mais distantes dos centros urbanos, denominados lixões (Fadini et al., 2001).
Nos dias atuais, com a maioria das pessoas vivendo nas cidades e com o avanço mundial da indústria provocando mudanças nos hábitos de consumo da população, vem-se gerando um lixo diferente em quantidade e diversidade. Até mesmo nas zonas rurais encontram-se frascos e sacos plásticos acumulando-se devido a formas inadequadas de eliminação. Segundo Bidone citado por Fadini et al. (2001), em um passado não muito distante a produção de resíduos era de algumas dezenas de quilos por habitante/ano; no entanto, hoje, países altamente industrializados como os Estados Unidos produzem mais de 700 kg/hab/ano. No Brasil, o valor médio verificado nas cidades mais populosas é da ordem de 180 kg/hab/ano.
A produção elevada de lixo norte-americana deve-se ao alto grau de industrialização e aos bens de consumo descartáveis produzidos e amplamente utilizados pela maioria da população. No caso do Brasil, a geração do lixo ainda é, em sua maioria, de procedência orgânica; contudo, nos últimos anos vem se incorporando o modo de consumo de países ricos, o que tem levado a uma intensificação do uso de produtos descartáveis (Fadini et al., 2001).
O lixo representa, hoje, uma grande ameaça à vida no Planeta por duas razões fundamentais: a sua quantidade e seus perigos tóxicos. Em toda parte do mundo, a mídia incentiva as pessoas a adquirirem vários produtos e a substituírem os mais antigos por outros, mais modernos, provocando a insensatez do uso indiscriminado dos recursos naturais. Este fato tem levado ao grande volume de lixo produzido no mundo, cujo aumento foi três vezes maior que o populacional, nos últimos 30 anos (Menezes et al., 2005). A taxa de geração de resíduos sólidos urbanos está relacionada aos hábitos de consumo de cada cultura, onde se nota uma correlação estreita entre a produção de lixo e o poder econômico de uma dada população (Fadini et al., 2001).
Do material descartado no Brasil, 76% é abandonado a céu aberto em locais impróprios, permitindo a proliferação de vetores capazes de transmitir várias doenças. A matéria orgânica disposta de forma desordenada entra em processo de putrefação, formando uma outra mistura complexa de gases de metano, dióxido de carbono, sulfídrico, amônia e outros ácidos orgânicos voláteis, os quais, quando em contato com o sistema respiratório de seres humanos, podem causar lesões irreversíveis e levar à morte. Um outro problema é a contaminação dos recursos hídricos devido à migração de chorume (Fadini et al., 2001).

SOLUÇÕES PARA ESTE PROBLEMA

Os resíduos sólidos domésticos, comerciais, industriais e das operações agrícolas, apresentam cada vez mais papéis, plásticos, vidros, um sem número de tipos de embalagens. Todo este material cria crescentes problemas de coleta, despejo e tratamento. Seus depósitos constituem-se muitas vezes em foco de crescimento de mosquitos e roedores. Podem até reduzir o valor dos terrenos sobre os quais se acumulam. Todo esse material contribui enormemente para a deterioração do ambiente humano (Tommasi, 1976).
Os resíduos gerados por aglomerações urbanas e, também, por processos produtivos constituem um grande problema, tanto pela quantidade quanto pela toxicidade de tais rejeitos. A solução para tal questão não depende apenas de atitudes governamentais ou decisões de empresas; deve ser fruto também do empenho de cada cidadão, que tem o poder de recusar produtos potencialmente impactantes, participar de organizações não-governamentais ou simplesmente segregar resíduos dentro de casa, facilitando assim os processos de reciclagem. O conhecimento da questão do lixo é a única maneira de se iniciar um ciclo de decisões e atitudes que possam resultar em uma efetiva melhoria de qualidade ambiental e de vida (Fadini et al., 2001).
O manejo inadequado de resíduos sólidos de qualquer origem gera desperdícios, constitui ameaça constante à saúde pública e agrava a degradação ambiental, comprometendo a qualidade de vida das populações, especialmente nos centros urbanos de médio e grande porte. A situação evidencia a urgência em se adotar um sistema de conscientização educacional adequado para o manejo dos resíduos, definindo uma política para a gestão e o gerenciamento, a qual assegure a melhoria continuada do nível de qualidade de vida, promovendo ações práticas recomendadas para a saúde pública e protegendo o meio ambiente (Sanches et al., 2006).
Por outro lado, o descarte inadequado de resíduos sólidos nos centro urbanos, sem qualquer tratamento, está contaminando os lençóis freáticos de várias regiões brasileiras. Essa situação é ainda pior ao se considerar que a água potável vai se tornar, em breve, um fator de grande competitividade entre as nações, pois está transformando-se em recurso cada vez mais escasso (Sanches et al., 2006).
A compreensão da problemática do lixo e a busca de sua resolução pressupõem mais do que a adoção de tecnologias. Uma ação na origem do problema exige reflexão não sobre o lixo em si, no aspecto material, mas quanto ao seu significado simbólico, seu papel e sua contextualização cultural, e também sobre as relações históricas estabelecidas pela sociedade com os seus rejeitos (Site Monografias).
As mudanças ainda são lentas na diminuição do potencial poluidor do parque industrial brasileiro, principalmente no tocante às indústrias mais antigas, que continuam contribuindo com a maior parcela da carga poluidora gerada e elevado risco de acidentes ambientais, sendo, portanto, necessários altos investimentos de controle ambiental e custos de despoluição para controlar a emissão de poluentes, o lançamento de efluentes e o depósito irregular de resíduos perigosos (Site Monografias).

MÉTODOS DE ARMAZENAMENTO OU TRATAMENTO DO LIXO

ATERRO SANITÁRIO

Grande parte do material que é descartado e deve ser armazenado em depósitos não é perigoso, correspondendo simplesmente a lixo doméstico ou resíduo. O principal método para armazenar o lixo sólido municipal é a sua colocação em um aterro sanitário (em alguns casos denominados depósito de lixo ou lixão), o qual consiste em uma grande escavação no solo (ou mesmo uma parte descoberta ao nível do solo) que em geral é coberta com solo e/ou argila, uma vez que esteja preenchida. Por exemplo, no Reino Unido, entre 85 e 90% do lixo doméstico e comercial é depositado em aterros, cerca de 6% é incinerado e a mesma fração é reciclada ou reutilizada; dados similares aplicam-se a muitas municipalidades da América do Norte. Os aterros predominam porque seus custos diretos são substancialmente menores que a disposição por outros meios (Baird, 2001).
No passado, os aterros eram buracos no solo que tinham sido criados durante as atividades de extração mineral – especialmente fossas antigas de areia ou pedregulho. Em muitos casos, eles vazavam e contaminavam os aqüíferos situados no subsolo; isso aconteceu, sobretudo, nos aterros que usaram fossas de areia, dado que a água pode percolar facilmente através desta. Esses aterros não foram projetados, controlados ou supervisionados e acumularam muitos tipos de resíduos, incluindo alguns perigosos. Os aterros municipais modernos são muito melhor projetados e gerenciados, freqüentemente não aceitam resíduos perigosos e seus locais são selecionados para minimizar o impacto ambiental (Baird, 2001).

INCINERAÇÃO

Além do depósito em aterros, uma outra maneira de se tratar os resíduos é através da incineração - oxidação de materiais por combustão controlada até produtos simples mineralizados, como dióxido de carbono e água. A principal vantagem da incineração do lixo sólido municipal é a redução substancial do volume de material que deve ser aterrado. No caso de substâncias tóxicas ou perigosas, um objetivo ainda mais importante é a eliminação do perigo tóxico associado ao material (Baird, 2001).
O principal problema ambiental da incineração é a poluição do ar, tanto por gases quanto por partículas. Os controles das emissões dos incinerados de lixo sólido municipal podem controlar grande parte, mas não todas as substâncias tóxicas lançadas no ar pelo processo de combustão (Baird, 2001). Portanto, é necessário supervisionar periodicamente os filtros dos incineradores e fazer uso de lavadores de gás para minimizar os gases e o pó gerado através da combustão.

COMPOSTAGEM

É o processo natural de decomposição biológica de materiais orgânicos de origem animal ou vegetal, pela ação de microrganismos. Consiste num processo biológico de decomposição controlada da fração orgânica biodegradável contida nos resíduos, de modo que resulte em um produto estável, similar ao húmus (matéria orgânica homogênea). Este produto final, o composto, preparado com restos animais e/ou vegetais, domiciliares, separados ou combinados, pode ser considerado um material condicionador de solos. Além disso, o composto orgânico tem outros benefícios, tais como a melhoria das características físicas estruturais do solo com conseqüente aumento da capacidade de retenção de água e ar do solo, devido à ação agregadora em solos com baixo teor de argila; aumento no teor de nutrientes do solo, que contribui para a estabilidade do pH e melhora o aproveitamento de fertilizantes minerais; ativação substancial da vida microbiana e estabelecimento de colônias de minhocas, besouros e outros animais que revolvem e adubam o solo; favorece a presença de micronutrientes e de certas substâncias antibióticas; além de auxiliar o desenvolvimento do sistema radicular e a recuperação de áreas degradadas. (Souza, 2005).

RECICLAGEM

Denomina-se reciclagem a separação de materiais do lixo domiciliar, tais como papéis, plásticos, vidros e metais, com a finalidade de trazê-los de volta à indústria, para serem beneficiados. Esses materiais são novamente transformados em produtos comercializáveis no mercado de consumo (Souza, 2005).
Para se proceder à reciclagem de resíduos, a coleta seletiva deve ser extremamente cuidadosa, pois, sem esta etapa, todo o material reciclável fica sujo e contaminado, tornando seu beneficiamento mais complicado e mais caro. Além disso, a separação tem que ser feita nos depósitos, através de processos manuais ou eletromecânicos, o que exige a presença de catadores (Souza, 2005).
Nas últimas décadas, tem aumentado a pressão nos países desenvolvidos para reduzir a quantidade de material descartado como lixo após um único uso. O objetivo é a conservação das fontes naturais, incluindo a energia, utilizada para produção dos materiais, e a redução do volume de material que deve ser disposto em aterros ou por meio de incineração. A filosofia de gerenciamento de resíduos empregando os “quatro Rs” visam a reduzir a quantidade de materiais usados, reutilizar os materiais uma vez formulados, reciclar materiais mediante processos de refabricação e recuperar o conteúdo energético dos materiais caso não possam ser reutilizados ou reciclados. Estes princípios podem ser, e são aplicados a todos os tipos de resíduos, inclusive os perigosos (Baird, 2001).
A reciclagem propicia vantagens, como a preservação de recursos naturais, economia de energia, economia de transporte, geração de empregos e renda e, principalmente, a conscientização da população para as questões ambientais (Souza, 2005).

CONCLUSÃO

Embora o lixo seja considerado uma grande ameaça à vida, verifica-se que é possível minimizar seus impactos, ao se adotar medidas preventivas, abandonando práticas de consumo exagerado ou então, conscientizando a população, seja em relação ao destino ou às formas de reciclagem do lixo gerado. Assim, é necessário que governo e sociedade assumam novas atitudes, visando gerenciar de modo mais adequado a grande quantidade e diversidade de resíduos que são produzidos diariamente. Estas práticas não só reduzirão o volume de resíduos produzidos diariamente, mas também permitirão o exercício de reuso, culminando num melhor gerenciamento dos resíduos. São atitudes simples e viáveis que podem ser incorporadas cada vez mais, a fim de proteger o ar, o solo e a água, trazendo como conseqüência melhores condições de saúde humana, qualidade de vida e saúde ambiental.

domingo, 11 de setembro de 2011

Assunto : Esteróides e esteróides anabolizantes (Bombas) , Botóx , Silicone .


Introdução aos esteróides anabólicos.

Pretende-se que este artigo não substitua o conselho e opinião de um profissional de saúde autorizado. Consulte um médico antes de tomar qualquer medicamento.

Como diferem entre si os esteróides anabólicos, e por que têm efeitos diferentes? Como atuam? Quando, como e em quais quantidades deve um esteróide ser utilizado, e por quê?
Escritores fazem afirmações e declarações sobre esteróides anabólicos, e também recomendações. Algumas coisas que dizem podem ser boas, mas outras podem ser más. É meu objetivo dar-lhe a compreensão quando ler sobre esteróides, para julgar por si próprio o que está sendo dito. Quando você compreender como eles atuam, daí você poderá compreender por si próprio se uma afirmação ou idéia é boa ou má.

Nos próximos artigos, lhes darei bases para ter uma boa compreensão de como estas drogas atuam, de modo que você possa desenvolver planos para seu uso.

Mecanismos de ação

Em primeiro lugar, tomemos uma visão panorâmica, mas no nível molecular. Considere uma molécula do esteróide anabólico/androngênico (AAS) no fluxo sanguíneo, ligada a uma molécula de testosterona, ligando a globulina (TeBG). Um receptor, fora da célula muscular, trará o TeBG/AAS para dentro da célula. Este processo estimula o metabolismo da célula aumentando o ciclo AMO, mas este não é o maior efeito do uso do AAS.

Alternativamente, a molécula de AAS pode estar livre no fluxo sanguíneo, não ligada a nada. Se assim for, pode ser facilmente difundida na célula através da membrana celular, assim como a água atravessa o papel.

Depois, dentro da célula, a molécula de AAS liga à molécula de receptor de andrógeno, que está dentro da célula, não na membrana da célula. O receptor de andrógeno é uma molécula muito grande e é feito de um milhar de amino-ácidos. É assim muito maior do que a molécula de AAS. O AR tem uma região 'dobrada', e pode ser moldado em duas formas. Quando ele liga à molécula de AAS, o AR se dobra na região de dobradura e é ativado.

Pense no AR como uma máquina que não faz nada, a não ser quando é ligada. O AR não tem um AAS ligado a ele, ou é ligado, ou não, ou é desligado. Não há condição intermediária que provoque um AAS a fazer um efeito fraco - não há dobradura a meio termo. A pergunta é: por quanto tempo permanecerá o AR ativado antes que o AAS o deixe? A resposta é, um par de horas.

Depois que o AAS se vai, o AR volta ao estado original, e está pronto para uso novamente.

Se o AR pode ser ativado ou não, é bem ativado com a molécula de ligação de metenolona (de Primobolan), como também o é por uma molécula de qualquer AAS.

Aqui não se afirma que diferentes AAS oferecem resultados diferentes por outras razões.

Logo que a molécula de AAS se liga ao AR, o receptor viaja para o núcleo da célula, e forma um par com outro AR ativado. O par então se liga a certas partes do DNA, e certos gens começam a produzir mais mRNA. Esta é uma forma para o corpo seletivamente ativar apenas alguns gens. Neste caso, somente os gens associados com andrógenos são ativados, ou têm sua atividade aumentada.

O mRNA é diferente para cada gene, pois carrega a informação que cada célula precisa para produzir proteínas específicas. Miosin e actin, que são os maiores componentes do músculo, são exemplos de proteínas e estas são feitas como resultantes da produção do mRNA derivada dos genes dessas proteínas.

Ao fim, a proteína muscular é nosso alvo. A molécula de AAS é a causa para que a célula do músculo produza mais determinadas proteínas, ajudando ao usuário tornar-se maior. (há passos do mRNA até a proteína, mas nós passaremos por isto).

Toda a ligação de AAS para um AR resulta em exatamente em produção de uma molécula extra de proteína? Não. O AR é totalmente ativado por qualquer AAS, e isto não quer dizer que ele sempre tem sucesso na ligação com o DNA. Diferentes quantidade de mRNA podem ser produzidas, em razão de estar um AR ativo enquanto um AAS permanece ligado a ele. Se muitas moléculas de mRNA são produzidas, geralmente elas serão causa da produção de correspondentes moléculas de proteínas.

Assim, a quantidade de crescimento extra por AR extraordinariamente ativado pode variar.

O receptor de andrógeno.

Tendo uma vista ampla do processo, vejamos o AR.

O AR é uma grande molécula de proteína, resultante da produção de um gene no DNA. Não há diferentes espécies de receptores, como querem certos autores. Não há, por exemplo, específicos ARs para anabólicos injetáveis ou orais, nem para diferentes ésteres de testosterona, nem para qualquer espécie de AAS.

A primeira pergunta importante é: "Quantos ARs você tem? Seu número é grande ou pequeno? Pode ele ser alterado?" São pequenas máquinas, ligadas ou desligadas, seu efeito é maior quando são ativadas, por isso queremos que elas estejam ativadas o mais possível.

Há menos ARs do que o povo pensa. Alguns autores e opositores da dose superior a 200 mg/dia dizem que esta quantidade será aceita pelos receptores e tudo o que ultrapassar será despejado e irá para os receptores na pele ou para outro lugar.

A pesquisa indica que o tecido muscular tem 3 nanomoles de AR por kg. Assim, o seu corpo tem provavelmente menos que 300 nanomoles de AR no total.

Um tablete de 2,5 mg de oxandrolona supre aproximadamente 8000 nanomoles de AAS. Certamente são mais moléculas do que seu corpo possui em receptores.

Com poucos cálculos, vê-se que todos os receptores poderão ligar a somente uma pequena percentagem das moléculas de AAS num pequeno tablete de 2,5 mg. Assim ligando ao AR, não será reduzida a concentração do AAS no sangue. A idéia de que os ARs ligarão à dose que os autores reomendarem, ou que o excesso será jogado fora é totalmente incorreta. Não há receptores suficientes.

As doses padrões de AAS são bastante altas para que uma alta percentagem dos ARs seja ligada a eles, seja ela de 400 mg/semana ou 1000 mg/semana. Se percentagens similares de ARs estão em atividade - aproximadamente 100% em cada caso - então por que as doses mais altas dão mais resultados? Em realidade isto acontece, mas não há grande percentagem de receptores desocupados em doses moderadas. Assim, há pouco espaço para melhorar aqui. Provavelmente, parte da causa é algo além da maior percentagem de receptores.

Por que tomei como exemplo aquelas doses, em vez de comparar os níveis normais com 400 mg/semana?

Os ARs devem formar pares para serem ativos, isto tem uma conseqüência interessante. Se dois ARs devem se juntar para formar um par ativo, e ambos devem ligar à molécula de AAS, então o quadro deve ser tirado da percentagem. Isto quer dizer que em 71% dos receptores ligados ao esteróide, 50% dos pares serão ativados. Assim, em baixos níveis, há mais espaço para melhoria do que se poderia pensar. Se 95% estiverem ocupados, mesmo depois de tirar o quadrado, haverá ainda 10% de espaço para a melhoria.

Mas a melhoria atual - aumento no efeito - parece ser maior do que 10%. O anabolismo aumenta mesmo se a dose é mais do que suficiente para assegurar virtualmente a ligação completa. Por que?

Explicação corrente diz que altas doses de AAS bloqueiam receptores de cortisol e são anti-catabólicos. Se isto fosse resposta adequada, poder-se-ia usar drogas anti-cortisol junto com baixas doses de AAS e ter os mesmos resultados obtidos com altas doses de AAS. Este não é o caso. Se o cortisol for suprimido, isto resulta em problemas de dor nas juntas. Se a teoria do bloqueio do cortisol for verdadeira, poderíamos esperar que as pessoas com baixo cortisol fossem bem musculosas. Também não é o caso.

Três outras possibilidades vêm à mente:

Explicações possíveis para o efeito de altas doses de esteróides androgênicos/anabólicos.

Altas doses de AAS podem dar regulação alta na produção de AR.

Se a atividade não pode ser aumentada pela elevação da ocupação dos receptores existentes, pode ser potencialmente elevada pelo aumento do número de receptores. Menciono isto como uma provável explicação para os efeitos da alta dose de AAS, não como fato já estabelecido no tecido muscular dos fisiculturistas. Não tenho conhecimento de tais estudos.

Observa-se a regulação alta das altas doses de não aromatizáveis AAS em outros tecidos, e é observado nos humanos em resposta ao exercício de resistência.

Altas doses de AAS poderiam estimular o crescimento independentemente do AR.

No tecido muscular, observou-se que o andrógeno ativa o gene imediato zif268 num processo onde não está envolvido o AR. Esta atividade provavelmente se relaciona com o crescimento muscular e necessita de altas doses.

Testosterona mostrou aumentar a eficiência da mRNA na translação de proteínas celulares, e pode ser mediado por um mecanismo independente do AR.

O tecido nervoso mostrou responder quase instantaneamente ao andrógeno. Isto não pode ser resultado do processo mediado pelo AR que já foi descrito, porque ele leva muito tempo.

A hipótese de que a droga atua apenas por uma forma de ação pode ser examinada pela dose/curva de resposta. Num efeito, só é dependente da atividade de um receptor, daí pela resposta logarítimica deverá seguir uma função senoidal (uma curva com forma de S). O gráfico seria baixo em ambas as posições, tanto baixa como altas doses, e aproximadamente linear em doses moderadas.

Em doses moderadas, a função linear é certamente mostrada.

O problema é, para o leque de aproximadamente 100 a 1000 mg/semana, o gráfico permanece linear sem importar a dose 1. Isto não quer dizer que dose dobrada resulta em dobro no efeito. Para dar o dobro do efeito é necessário quatro vezes a dose.

Esta resposta não é consistente com um receptor simples - modelo único, pois tal modelo não é apoiado pela curva de dose/resposta. Mas, este tipo de resposta será esperado se há outras variáveis além da ligação do receptor. Pode ser explicado se um ou mais dos mecanismos esteja saturado com baixos níveis de droga, e um ou mais dos outros mecanismos não fica saturado até ficar com altos níveis de droga utilizada.

Altas doses de AAS podem melhorar a eficiência da ação dos ARs

Não é só o número de ARs que é importante, mas também sua eficiência na operação. O processo completo, como foi parcialmente descrito acima, envolve muitas proteínas, algumas das quais podem ser limitativas. Aumentos na quantidade dessas proteínas podem aumentar a atividade. Por exemplo, ARA 70 é uma proteína que pode melhorar a atividade do AR por 10 vezes.

Não estou ciente se há algum estudo que diz como ARA 70 pode ser regulada por altas doses de AAS. Cito isto como exemplo para a ação da farmacologia, e também, como um alvo em potencial. Se você vir como atuou outra droga para aumentar ARA 70 isto poderá ser muito interessante !

Outras porteínas que podem afetar a eficiência incluem a RAF, que aumenta a ligação do AR para o DNA por 25 vezes; GRIP1, e cJun. Nenhuma destas, infelizmente, pode ser administrada sozinha como droga.

Há várias formas de ver a atividade de AR ser alterada sem qualquer regulação alta ou regulação baixa dos receptores. Autores que fazem afirmações tais não conhecem o que falam. Sem prova específica sem medição dos níveis de AR - é sempre injustificado afirmar que a atividade do receptor de andrógeno pode ter tido regulação baixa, especialmente com apenas por ouvir falar. Tais afirmações são sempre destituídas de provas.

Não é justificável também falar que o aumento da ocupação dos ARs é a única forma de aumentar o efeito dos andrógenos, como já vimos. É justificável, na base de resultados reais, dizer que a alta dose de AAS é mais efetiva que a baixa dose de AAS, e certamente é mais efetiva que os níveis naturais de AAS. Isto é real, mesmo se o uso é restringido com o tempo. Não tem consistência a afirmação de que a regulação baixa dos receptores de andrógeno é resposta a altas doses de AAS.

Justifica-se pela experiência dos fisiculturistas e pela evidência científica que doses baixas de AAS, de 100 a 200 mg/semana não darão bons resultados aos atletas masculinos.


Uso inapropriado do botox provoca efeitos danosos à aparência.
Recentemente, ficamos impressionados com a divulgação de uma mãe inglesa, que dizia fazer aplicações de toxina botulínica na própria filha de seis anos de idade. A mulher, que chegou a perder temporariamente a guarda da criança, agora, empenha-se para desmentir a história contada anteriormente.
A notícia, falsa ou não, chocou o mundo pelo caráter absurdo das ações divulgadas: “a aplicação caseira” de toxina botulínica numa criança. “De acordo com as indicações médicas, a toxina botulínica é aprovada para ser usada terapeuticamente em crianças a partir dos 12 anos, que apresentem contração anormal dos olhos/pálpebras ou em casos de estrabismo.
Silicone
Silicones são compostos quimicamente inertes, inodoros, insípidos e incolores, resistentes à decomposição pelo calor, água ou agentes oxidantes, além de serem bons isolantes elétricos.Podem ser sintetizados em grande variedade de formas com inúmeras aplicações práticas, por exemplo, como agentes de polimento, vedação e proteção. São também impermeabilizantes, lubrificantes e na medicina são empregados como material básico de próteses. Atualmente estima-se que os silicones são utilizados em mais de 5.000 produtos. O termo silicone é o termo inglês para a classe de compostos químicos cujo nome correto em português é silicona, em função da sua semelhança da sua fórmula geral com as cetonas.

Implantes de Silicone

São utilizados na cirurgia plástica para melhorar a estética dos seios, dando mais volume e consistência às mamas. Popularmente, os implantes são mais conhecidos como próteses de silicone.
 Formato
Podem ser redondos ou em gota, estes também denominados de formato natural. Os implantes em gota fornecem uma projeção menor no pólo superior das mamas, o que pode eventualmente ser desejado.

 Perfil

O perfil alto é o mais utilizado na estética, enquanto o baixo, na reconstrução de mamas.

 Superfície

Os primeiros implantes eram lisos, porém apresentavam altíssima taxa de contratura (rejeição). Posteriormente, o advento dos implantes texturizados diminuiu a inciência de contratura pois a rugosidade da superfície desorganiza as fibras da cápsula que se forma ao redor dos implantes, enfraquecendo-a. Mais recentemente, os implantes com revestimento de poliuretano (tecnologia brasileira) mostraram uma maior diminuição nos casos de rejeição.

 Conteúdo

Atualmente, os implantes contêm silicone gel de alta coesividade, que não se espalha pelo organismo quando o implante se rompe.

 Localização

Os implantes de silicone podem ser colocado nas mamas (na frente ou atrás do músculo peitoral maior), glúteos, panturrilhas, tórax masculino e queixo (silicone sólido, neste caso).

Assunto: Esteróides e esteróides ( Bombas) , Botóx , Silicone .


Introdução aos esteróides anabólicos.

Pretende-se que este artigo não substitua o conselho e opinião de um profissional de saúde autorizado. Consulte um médico antes de tomar qualquer medicamento.

Como diferem entre si os esteróides anabólicos, e por que têm efeitos diferentes? Como atuam? Quando, como e em quais quantidades deve um esteróide ser utilizado, e por quê?
Escritores fazem afirmações e declarações sobre esteróides anabólicos, e também recomendações. Algumas coisas que dizem podem ser boas, mas outras podem ser más. É meu objetivo dar-lhe a compreensão quando ler sobre esteróides, para julgar por si próprio o que está sendo dito. Quando você compreender como eles atuam, daí você poderá compreender por si próprio se uma afirmação ou idéia é boa ou má.

Nos próximos artigos, lhes darei bases para ter uma boa compreensão de como estas drogas atuam, de modo que você possa desenvolver planos para seu uso.

Mecanismos de ação

Em primeiro lugar, tomemos uma visão panorâmica, mas no nível molecular. Considere uma molécula do esteróide anabólico/androngênico (AAS) no fluxo sanguíneo, ligada a uma molécula de testosterona, ligando a globulina (TeBG). Um receptor, fora da célula muscular, trará o TeBG/AAS para dentro da célula. Este processo estimula o metabolismo da célula aumentando o ciclo AMO, mas este não é o maior efeito do uso do AAS.

Alternativamente, a molécula de AAS pode estar livre no fluxo sanguíneo, não ligada a nada. Se assim for, pode ser facilmente difundida na célula através da membrana celular, assim como a água atravessa o papel.

Depois, dentro da célula, a molécula de AAS liga à molécula de receptor de andrógeno, que está dentro da célula, não na membrana da célula. O receptor de andrógeno é uma molécula muito grande e é feito de um milhar de amino-ácidos. É assim muito maior do que a molécula de AAS. O AR tem uma região 'dobrada', e pode ser moldado em duas formas. Quando ele liga à molécula de AAS, o AR se dobra na região de dobradura e é ativado.

Pense no AR como uma máquina que não faz nada, a não ser quando é ligada. O AR não tem um AAS ligado a ele, ou é ligado, ou não, ou é desligado. Não há condição intermediária que provoque um AAS a fazer um efeito fraco - não há dobradura a meio termo. A pergunta é: por quanto tempo permanecerá o AR ativado antes que o AAS o deixe? A resposta é, um par de horas.

Depois que o AAS se vai, o AR volta ao estado original, e está pronto para uso novamente.

Se o AR pode ser ativado ou não, é bem ativado com a molécula de ligação de metenolona (de Primobolan), como também o é por uma molécula de qualquer AAS.

Aqui não se afirma que diferentes AAS oferecem resultados diferentes por outras razões.

Logo que a molécula de AAS se liga ao AR, o receptor viaja para o núcleo da célula, e forma um par com outro AR ativado. O par então se liga a certas partes do DNA, e certos gens começam a produzir mais mRNA. Esta é uma forma para o corpo seletivamente ativar apenas alguns gens. Neste caso, somente os gens associados com andrógenos são ativados, ou têm sua atividade aumentada.

O mRNA é diferente para cada gene, pois carrega a informação que cada célula precisa para produzir proteínas específicas. Miosin e actin, que são os maiores componentes do músculo, são exemplos de proteínas e estas são feitas como resultantes da produção do mRNA derivada dos genes dessas proteínas.

Ao fim, a proteína muscular é nosso alvo. A molécula de AAS é a causa para que a célula do músculo produza mais determinadas proteínas, ajudando ao usuário tornar-se maior. (há passos do mRNA até a proteína, mas nós passaremos por isto).

Toda a ligação de AAS para um AR resulta em exatamente em produção de uma molécula extra de proteína? Não. O AR é totalmente ativado por qualquer AAS, e isto não quer dizer que ele sempre tem sucesso na ligação com o DNA. Diferentes quantidade de mRNA podem ser produzidas, em razão de estar um AR ativo enquanto um AAS permanece ligado a ele. Se muitas moléculas de mRNA são produzidas, geralmente elas serão causa da produção de correspondentes moléculas de proteínas.

Assim, a quantidade de crescimento extra por AR extraordinariamente ativado pode variar.

O receptor de andrógeno.

Tendo uma vista ampla do processo, vejamos o AR.

O AR é uma grande molécula de proteína, resultante da produção de um gene no DNA. Não há diferentes espécies de receptores, como querem certos autores. Não há, por exemplo, específicos ARs para anabólicos injetáveis ou orais, nem para diferentes ésteres de testosterona, nem para qualquer espécie de AAS.

A primeira pergunta importante é: "Quantos ARs você tem? Seu número é grande ou pequeno? Pode ele ser alterado?" São pequenas máquinas, ligadas ou desligadas, seu efeito é maior quando são ativadas, por isso queremos que elas estejam ativadas o mais possível.

Há menos ARs do que o povo pensa. Alguns autores e opositores da dose superior a 200 mg/dia dizem que esta quantidade será aceita pelos receptores e tudo o que ultrapassar será despejado e irá para os receptores na pele ou para outro lugar.

A pesquisa indica que o tecido muscular tem 3 nanomoles de AR por kg. Assim, o seu corpo tem provavelmente menos que 300 nanomoles de AR no total.

Um tablete de 2,5 mg de oxandrolona supre aproximadamente 8000 nanomoles de AAS. Certamente são mais moléculas do que seu corpo possui em receptores.

Com poucos cálculos, vê-se que todos os receptores poderão ligar a somente uma pequena percentagem das moléculas de AAS num pequeno tablete de 2,5 mg. Assim ligando ao AR, não será reduzida a concentração do AAS no sangue. A idéia de que os ARs ligarão à dose que os autores reomendarem, ou que o excesso será jogado fora é totalmente incorreta. Não há receptores suficientes.

As doses padrões de AAS são bastante altas para que uma alta percentagem dos ARs seja ligada a eles, seja ela de 400 mg/semana ou 1000 mg/semana. Se percentagens similares de ARs estão em atividade - aproximadamente 100% em cada caso - então por que as doses mais altas dão mais resultados? Em realidade isto acontece, mas não há grande percentagem de receptores desocupados em doses moderadas. Assim, há pouco espaço para melhorar aqui. Provavelmente, parte da causa é algo além da maior percentagem de receptores.

Por que tomei como exemplo aquelas doses, em vez de comparar os níveis normais com 400 mg/semana?

Os ARs devem formar pares para serem ativos, isto tem uma conseqüência interessante. Se dois ARs devem se juntar para formar um par ativo, e ambos devem ligar à molécula de AAS, então o quadro deve ser tirado da percentagem. Isto quer dizer que em 71% dos receptores ligados ao esteróide, 50% dos pares serão ativados. Assim, em baixos níveis, há mais espaço para melhoria do que se poderia pensar. Se 95% estiverem ocupados, mesmo depois de tirar o quadrado, haverá ainda 10% de espaço para a melhoria.

Mas a melhoria atual - aumento no efeito - parece ser maior do que 10%. O anabolismo aumenta mesmo se a dose é mais do que suficiente para assegurar virtualmente a ligação completa. Por que?

Explicação corrente diz que altas doses de AAS bloqueiam receptores de cortisol e são anti-catabólicos. Se isto fosse resposta adequada, poder-se-ia usar drogas anti-cortisol junto com baixas doses de AAS e ter os mesmos resultados obtidos com altas doses de AAS. Este não é o caso. Se o cortisol for suprimido, isto resulta em problemas de dor nas juntas. Se a teoria do bloqueio do cortisol for verdadeira, poderíamos esperar que as pessoas com baixo cortisol fossem bem musculosas. Também não é o caso.

Três outras possibilidades vêm à mente:

Explicações possíveis para o efeito de altas doses de esteróides androgênicos/anabólicos.

Altas doses de AAS podem dar regulação alta na produção de AR.

Se a atividade não pode ser aumentada pela elevação da ocupação dos receptores existentes, pode ser potencialmente elevada pelo aumento do número de receptores. Menciono isto como uma provável explicação para os efeitos da alta dose de AAS, não como fato já estabelecido no tecido muscular dos fisiculturistas. Não tenho conhecimento de tais estudos.

Observa-se a regulação alta das altas doses de não aromatizáveis AAS em outros tecidos, e é observado nos humanos em resposta ao exercício de resistência.

Altas doses de AAS poderiam estimular o crescimento independentemente do AR.

No tecido muscular, observou-se que o andrógeno ativa o gene imediato zif268 num processo onde não está envolvido o AR. Esta atividade provavelmente se relaciona com o crescimento muscular e necessita de altas doses.

Testosterona mostrou aumentar a eficiência da mRNA na translação de proteínas celulares, e pode ser mediado por um mecanismo independente do AR.

O tecido nervoso mostrou responder quase instantaneamente ao andrógeno. Isto não pode ser resultado do processo mediado pelo AR que já foi descrito, porque ele leva muito tempo.

A hipótese de que a droga atua apenas por uma forma de ação pode ser examinada pela dose/curva de resposta. Num efeito, só é dependente da atividade de um receptor, daí pela resposta logarítimica deverá seguir uma função senoidal (uma curva com forma de S). O gráfico seria baixo em ambas as posições, tanto baixa como altas doses, e aproximadamente linear em doses moderadas.

Em doses moderadas, a função linear é certamente mostrada.

O problema é, para o leque de aproximadamente 100 a 1000 mg/semana, o gráfico permanece linear sem importar a dose 1. Isto não quer dizer que dose dobrada resulta em dobro no efeito. Para dar o dobro do efeito é necessário quatro vezes a dose.

Esta resposta não é consistente com um receptor simples - modelo único, pois tal modelo não é apoiado pela curva de dose/resposta. Mas, este tipo de resposta será esperado se há outras variáveis além da ligação do receptor. Pode ser explicado se um ou mais dos mecanismos esteja saturado com baixos níveis de droga, e um ou mais dos outros mecanismos não fica saturado até ficar com altos níveis de droga utilizada.

Altas doses de AAS podem melhorar a eficiência da ação dos ARs

Não é só o número de ARs que é importante, mas também sua eficiência na operação. O processo completo, como foi parcialmente descrito acima, envolve muitas proteínas, algumas das quais podem ser limitativas. Aumentos na quantidade dessas proteínas podem aumentar a atividade. Por exemplo, ARA 70 é uma proteína que pode melhorar a atividade do AR por 10 vezes.

Não estou ciente se há algum estudo que diz como ARA 70 pode ser regulada por altas doses de AAS. Cito isto como exemplo para a ação da farmacologia, e também, como um alvo em potencial. Se você vir como atuou outra droga para aumentar ARA 70 isto poderá ser muito interessante !

Outras porteínas que podem afetar a eficiência incluem a RAF, que aumenta a ligação do AR para o DNA por 25 vezes; GRIP1, e cJun. Nenhuma destas, infelizmente, pode ser administrada sozinha como droga.

Há várias formas de ver a atividade de AR ser alterada sem qualquer regulação alta ou regulação baixa dos receptores. Autores que fazem afirmações tais não conhecem o que falam. Sem prova específica sem medição dos níveis de AR - é sempre injustificado afirmar que a atividade do receptor de andrógeno pode ter tido regulação baixa, especialmente com apenas por ouvir falar. Tais afirmações são sempre destituídas de provas.

Não é justificável também falar que o aumento da ocupação dos ARs é a única forma de aumentar o efeito dos andrógenos, como já vimos. É justificável, na base de resultados reais, dizer que a alta dose de AAS é mais efetiva que a baixa dose de AAS, e certamente é mais efetiva que os níveis naturais de AAS. Isto é real, mesmo se o uso é restringido com o tempo. Não tem consistência a afirmação de que a regulação baixa dos receptores de andrógeno é resposta a altas doses de AAS.

Justifica-se pela experiência dos fisiculturistas e pela evidência científica que doses baixas de AAS, de 100 a 200 mg/semana não darão bons resultados aos atletas masculinos.

Uso inapropriado do botox provoca efeitos danosos à aparência.
Recentemente, ficamos impressionados com a divulgação de uma mãe inglesa, que dizia fazer aplicações de toxina botulínica na própria filha de seis anos de idade. A mulher, que chegou a perder temporariamente a guarda da criança, agora, empenha-se para desmentir a história contada anteriormente.
A notícia, falsa ou não, chocou o mundo pelo caráter absurdo das ações divulgadas: “a aplicação caseira” de toxina botulínica numa criança. “De acordo com as indicações médicas, a toxina botulínica é aprovada para ser usada terapeuticamente em crianças a partir dos 12 anos, que apresentem contração anormal dos olhos/pálpebras ou em casos de estrabismo.
Silicone
Silicones são compostos quimicamente inertes, inodoros, insípidos e incolores, resistentes à decomposição pelo calor, água ou agentes oxidantes, além de serem bons isolantes elétricos.Podem ser sintetizados em grande variedade de formas com inúmeras aplicações práticas, por exemplo, como agentes de polimento, vedação e proteção. São também impermeabilizantes, lubrificantes e na medicina são empregados como material básico de próteses. Atualmente estima-se que os silicones são utilizados em mais de 5.000 produtos. O termo silicone é o termo inglês para a classe de compostos químicos cujo nome correto em português é silicona, em função da sua semelhança da sua fórmula geral com as cetonas.

Implantes de Silicone

São utilizados na cirurgia plástica para melhorar a estética dos seios, dando mais volume e consistência às mamas. Popularmente, os implantes são mais conhecidos como próteses de silicone.
 Formato
Podem ser redondos ou em gota, estes também denominados de formato natural. Os implantes em gota fornecem uma projeção menor no pólo superior das mamas, o que pode eventualmente ser desejado.

 Perfil

O perfil alto é o mais utilizado na estética, enquanto o baixo, na reconstrução de mamas.

 Superfície

Os primeiros implantes eram lisos, porém apresentavam altíssima taxa de contratura (rejeição). Posteriormente, o advento dos implantes texturizados diminuiu a inciência de contratura pois a rugosidade da superfície desorganiza as fibras da cápsula que se forma ao redor dos implantes, enfraquecendo-a. Mais recentemente, os implantes com revestimento de poliuretano (tecnologia brasileira) mostraram uma maior diminuição nos casos de rejeição.

 Conteúdo

Atualmente, os implantes contêm silicone gel de alta coesividade, que não se espalha pelo organismo quando o implante se rompe.

 Localização

Os implantes de silicone podem ser colocado nas mamas (na frente ou atrás do músculo peitoral maior), glúteos, panturrilhas, tórax masculino e queixo (silicone sólido, neste caso).